quinta-feira, 5 de setembro de 2019

O Poema em mim - PERDER

PERDER



A alegria de ter
A certeza de ser
A fome de viver
A desilusão do conhecer
A desesperança do saber
A condição do reviver
A ilusão do crer
A alma e o padecer
A tristeza do sofrer
A dor de perder
Você....

Poemas que eu gosto... - O MENESTREL

O Menestrel


William Shakespeare








Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.


E você aprende que amar não significa apoiar-se.


E que companhia nem sempre significa segurança.


Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.


Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.


Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.


Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.


E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam…


E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.


Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.


Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…


E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.


Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.


E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.


Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…


Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.


Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.


Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.


Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.


Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.


Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados.


Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.


Aprende que paciência requer muita prática.


Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.


Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.


Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.


Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.


Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.


Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.


Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.


Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.


Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.


Aprende que o tempo não é algo que possa voltar. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.


E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.


E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.








O Poema em mim - NADA


Nada
Adriana Mendonça



não sinto
não penso
não vejo
não ouço
Nada

É
um vazio
cheio
de ecos
de dores
de sombras
de lágrimas
de Nada

POR QUE
sinto dores
penso ecos
vejo sombras
ouço lágrimas

PARA
Nada


O Poema em mim - EU AMEI

EU AMEI
Adriana Mendonça




Eu amei...
Eu amei com o sonho da juventude,
Eu amei com o desejo de ter,
Eu amei com o novo conhecer,
Eu amei com o coração puro,
Eu amei com a alma limpa,
Eu amei com o olhar,
Eu amei com o sentir,
Eu amei com todo meu ser,
Eu amei você....

O Poema em Mim - NU

Nu
Adriana Mendonça



Nunca te vi nu...
Sonho com o pecado
Tarado,
Fantástico,
Maltratado,
Mas
Nunca te vi nu...
Em chama,
Em agonia,
Sentindo a epifania,
Que me alucina,
Mas
Nunca te vi nu...
De capas,
Máscaras,
Vastas,
Marcadas,
Mas
Nunca te vi nu...
De si,
De mim,
De nós,
A sós,
Mas
Nunca te vi nu...
No calor,
No ardor,
No amor,
Mas
Nunca te vi nu...
Ilusão,
Vastidão,
Solidão....
Mas
Nunca te vi nu...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O Poema em mim - O ESPELHO DA ALMA

O Espelho da Alma


Adriana Mendonça

Não me vi em você
Não senti o meu “eu”
Não me senti em você
Não senti o teu “eu”

Confundi a nós dois
Na ilusão do sentir
Me vi nos seus olhos
E não gostei...

Não te amei
Te odiei
Não me amei
Me odiei

No espelho da alma
No reflexo do “eu”
Em mim no você

Sou eu...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O poema em mim - A DESPEDIDA

A despedida...
de Adriana Mendonça



Dei-me sua mão...
Escute minha voz...
Ouça meu coração...
Meu menino só
Quero lhe dizer
Que te amo...

Um dia veio
Um dia partiu
Tão cedo
De nossas vidas...

Mas,
Nos trouxe alegrias
Tão infinitas
Que a dor da perda
Não irá apaga-las

Te amo meu menino...
Amo a sua voz que silenciou
Amo seu sorriso que me marcou
Amo seu olhar que me inspirou

Te amei ontem...te amo hoje e te amarei para sempre
Adeus meu menino...
Parte de mim
Amor...

domingo, 8 de janeiro de 2012

O Poema em mim - DE...PRES...SÃO...

DE...PRES...SÃO...
Adriana Mendonça




Não sei o que sinto
Mas o desespero me consome
A angustia me atravessa a alma
Meu corpo pesa...
Meu coração dispara
Choro lágrimas salgadas
Meu corpo treme
Meu estômago arde...
O medo...a angustia...a raiva me invadem
Não corro...
Não fujo...
Mas sofro...
Não consigo sumir de mim mesma
Não consigo não sentir
Não consigo não pensar
Não consigo
Tudo é um vazio cheio...
As pessoas me irritam
As luzes me atrapalham
A escuridão me absorve...
Nada está bom
Tudo está errado
Quero a solidão
Quero não sentir
Quero não ruir
Quero escapar...
Mas não consigo
Há um oco onde o sentimento explode
E implode em mim
Me deixando em pedaços
Sem sono
Sem fome
Sem nada...
Que dor é essa que vem da minha alma?
Que tristeza é essa que não consigo controlar?
Que desespero é esse que me consome viva?
Que martírios são esses que marcam minha existência...
Que choram a vida...
E sonham sonhos ruins...

Aonde chegarei assim...
Em pedaços
Sofridos
de mim...

O Poema em mim - UM DIA

UM DIA
Adriana Menconça



Um dia
Quem sabe...
More na rua
Coma migalhas
Sorria chorando
Devore sem fome
Sofra sem dor...
ou
Um dia
Quem sabe...
Sua casa me acolha
Fartarei-me em sua mesa
Chorarei sorrindo
Saciarei minha fome
Sofrerei com calor...

Um dia
Quem sabe...
eu volte a amar
Um dia quem sabe
eu volte a sonhar
e
Um dia
Quem sabe...
eu volte a ser
Um dia
Quem sabe
eu volte a ter

“VOCÊ”

O Poema em mim - ESSA DOR


ESSA DOR



Adriana Mendonça


Essa dor me rasga e consome
É uma dor quente
Que dá na gente
E nos faz sofrer

Dor infinita
Que traz agonia
Em uma rotina
Que não termina
E me faz reviver

Contos
Poesias
Graças
Manias
Fantasias...

Que moram em mim
E saciam a fome
De amar assim...

O Poema em mim - O AMANTE

O AMANTE
Adriana Mendonça

Meu corpo no seu corpo, treme
Minha mão na sua mão, consola
Meu sorriso em seu sorriso, geme
Meu calor no seu calor, sufoca

Meu sussurrar conforta...
Seu sussurrar suporta...
Vontades...
Saudades...
Liberdades....

Busco em seu corpo os meus anseios
Moldo em minhas mãos e tateio
Devoro em sua boca seus gorjeios
Sinto em sua pele o fogo do desejo

Amo seu corpo e alucino
Passeio em seu gosto
Sufoco-me em seu cheiro
Sacio-me em seu beijo

Sinto seu corpo no meu...
Dentro
Fora
Consumindo
Explodindo

Entre delírios
O amante em cor
No desejo da carne
Agonizante
Empolgante

Que me faz sonhar
Sentir
E enfim
Transbordar
De amor....

O Poema em mim - CRIAÇAO

CRIAÇÃO
Adriana Mendonça


As palavras dançam em minha mente
Vejo...sinto...imagino...
Entro em transe
Deliro

Sonhos...
Formas...
Imagens....
Contrastes...

As letras embaralham
Voam em pensamentos...
Dançam em meus olhos...
Saem dos meus dedos...
Marcam o papel...

Pisco...
Respiro...
Saboreio...

O dom de sentir...
A forma de permitir

Que as palavras venham...
Em formas desconexas
Que formam emoções
Que transbordam da alma...
E colorem as razões....

Que poder é esse
De sentir no âmago do ser....
E exprimir essas razões e emoções
Em palavras jogadas
Caóticas...
Livres...
Firmes...
Reais...

Que formam enfim
Prosas...
Poesias...
Canções...
Inspirações...

Em mim....

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O Poema em mim - ABSTRATO

ABSTRATO
Adriana Mendonça


Meu corpo
Minha mente
Minhas mãos

Envolve
Sonha
E sente

Choca
Alucina
Tão quente

Sacia
Acalma
E alivia

A forma
No sonho
Compondo

No Toque
Da Alegria
Macia

A Alma
Na loucura
Fortifica

O sentir
Do desejo
Acaricia

O corpo
Na mente
As mãos

Tocam
Sonham
Moldam

O Abstrato
Da Tela
Vazia....

Poemas que eu gosto - MÃE DO CATIVO

Mãe do Cativo
Castro Alves.

Ó mãe do cativo! que alegre balanças
A rede que ataste nos galhos da selva!
Melhor tu farias se à pobre Criança
Cavasses a cova por baixo da relva.

Ó mãe do cativo! que fias à noite
As roupas do filho na choça da palha!
Melhor tu farias se ao pobre pequeno
Tecesses o pano da branca mortalha.

Misérrima! E ensinas ao triste menino
Que existem virtudes e crimes no mundo
E ensinas ao filho que seja brioso,
Que evite dos vícios o abismo profundo ...

E louca, sacodes nesta alma, inda em trevas,
O raio da esperança... Cruel ironia!
E ao pássaro mandas voar no infinito,
Enquanto que o prende cadeia sombria! ...

II

Ó Mãe! não despertes esta alma que dorme,
Com o verbo sublime do Mártir da Cruz!
O pobre que rola no abismo sem termo
Pra que há de sondá-lo... Que morra sem luz.

Não vês no futuro seu negro fadário,
Ó cega divina que cegas de amor?!
Ensina a teu filho - desonra, misérias,
A vida nos crimes - a morte na dor.

Que seja covarde... que marche encurvado...
Que de homem se torne sombrio reptíl.
Nem core de pejo, nem trema de raiva
Se a face lhe cortam com o látego vil.

Arranca-o do leito... seu corpo habitue-se
Ao frio das noites, aos raios do sol.
Na vida - só cabe-lhe a tanga rasgada!
Na morte - só cabe-lhe o roto lençol.

Ensina-o que morda... mas pérfido oculte-se
Bem como a serpente por baixo da chã
Que impávido veja seus pais desonrados,
Que veja sorrindo mancharem-lhe a irmã.

Ensina-lhe as dores de um fero trabalho...
Trabalho que pagam com pútrido pão.
Depois que os amigos açoite no tronco...
Depois que adormeça colo sono de um cão.

Criança - não trema dos transes de um mártir!
Mancebo - não sonhe delírios de amor!
Marido - que a esposa conduza sorrindo
Ao leito devasso do próprio senhor! ...

São estes os cantos que deves na terra
Ao mísero escravo somente ensinar.
Ó Mãe que balanças a rede selvagem
Que ataste nos troncos do vasto palmar.

III

Ó Mãe do cativo, que fias à noite
À luz da candeia na choça de palha!
Embala teu filho com essas cantigas...
Ou tece-lhe o pano da branca mortalha.

Poemas que eu gosto - SABER VIVER

Saber Viver
Cora Coralina


Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura… Enquanto durar

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O poema em mim - AMOR VIRTUAL

AMOR VIRTUAL
Adriana Mendonça


Imagino seus olhos nos meus, referentes;
Sinto seu cheiro limpo, vazio...
Escuto sua voz em minha mente
Falo com o som do teclado frio.

Quem é você que eu sinto tão próximo?
Quem é você que me faz tão bem?
Quem é você que me ilumina o dia?
Quem é você?

Só sei que me faz falta
Só necessito de seu calor fervente
Só quero a sua loucura máxima
Só amo a sua imagem ausente

Faz parte de mim o seu ser
Como uma alma repartida
Faz parte de mim o teu querer
Como uma pessoa faminta

Mesmo não podendo te tocar
Mesmo não podendo te olhar
Mesmo não podendo te falar
Mesmo não podendo te abraçar...

É você...meu querido
Meu companheiro diário
Minha fonte de alegria
Meu melhor e pior dia.
Meu amor Virtual...é você.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Poemas que eu gosto - AMOR MAIOR

Amor Maior
(Paulo Mendonça – No livro: Mulher um Resgate Íntimo)


O quanto parti em desatino,
Vulnerável do destino.
O quanto aprontei por ai,
Vulnerável do impulso.
O Quanto amei tantas vezes,
Vulnerável do Eros.
O quanto poeta tornei-me
Vulnerável do sentimento.
O quanto sofri e por tantas,
Vulnerável do amor.
O quanto às fiz sofrerem,
Vulnerável do ego.
O quanto me tornei perdido,
Vulnerável da vida.
O quanto me tornei triste,
Vulnerável do desalento.
O quanto me tornei só,
E vulnerável.
Vulnerável acudido por ti,
Fecunda Lilith.
Cujas sementes um dia plantei,
Fecundo útero.
E que fizestes germinar em frutos,
Fecunda mãe.
Tomada de sua plenitude,
Fecunda dama.
No tempo que nos agrisalhou-nos juntos,
Fecunda senhora.
E que o Eros, a Phillia e o Ágape,
Divina Musa.
Resgatou-nos com o maior dos amores,
Querida mulher.

Poemas que eu gosto EVA MARIA

Eva Maria
(Paulo Mendonça - Mulher Um Resgate Íntimo)

Por onde tua andas, Eva Maria?
Parida nas entranhas do Universo,
talhada em prosa e verso,
das mãos de Deus, divina alquimia.

Por onde tu andas, tão à toa,
no altar da hipocrisia, embutida,
pois te chamaram, um dia, pervertida,
e esqueceste de ti, ó leoa.

Por onde tu andas em pilhéria,
pela costela de Adão, submissa,
obrigações, deveres e a missa,
no deus te pague por essa miséria.

Porque não gritas: "sou o paraíso",
que um dia concedeu ao Adão,
o direito de ser um João,
da corte ao seu fêmea, Narciso.

Enfim, por onde andam as Veras,
as Paulas, Cristinas e Adrianas,
Josefinas, Reginas e Anas?
Todas Marias...Evas quimeras...

Evas das entranhas parideiras;
altares do amor...masmorras da dor...

Marias estranhas prisioneiras,
dos Joãos, dos Joãozinhos, do pudor...

O Poema em mim - SÁBADO DE SOL

Essa poesia fiz para minha prima querida e minha afilhada....Mariana.


Sábado de Sol
Adriana Mendonça


Os dias estavam chuvosos nas vésperas de seu dia,
Mas tinha que ser em um sábado de Sol
Que um milagre bem vindo acontecia

Meus olhos reconheceram uma pequena criatura
Que atrás do vidro chorava nos ecos do silêncio
Até que a porta se abriu e ouvi o grito de seu choro
Criança, amada, caçula, esperada, florescia.

Você assustada reconhecia a vida
Que de fora três crianças esperavam afoitas
Aquela menina de olhos claros e gordinha
Que mesmo recém nascida brilhava
Naquela manhã ensolarada

Eu a mais velha reconhecia
Aquela que fechava um ciclo
Que dá família nascia
Essa criança amada

Hoje caçula e adulta
Filha, irmã, prima, tia e sobrinha...
Que de uma manhã ensolarada nascia
E de amor nos cobria.

O Poema em mim - SONHOS

Sonhos...
Adriana Mendonça


sonhos....sonhos que tenho por ti
são sonhos molhados....cansados....
sonhos que ficam afim
de algo atordoado
com gosto de pecado ou algo assim